Poema pra um Vacilão Qualquer

[Ouvir Durante]

Otário
Cavou sua própria cova
Vendeu todos os seus amigos por coisas passageiras
E só não vendeu sua família porque ninguém quis comprar

Atrapalhando o corre dos trutas
Broxando o rolê dos irmãos
Estragando tudo o que conquistamos
Com um sorriso amarelo na cara

Não se preocupe
Não quebrarei seus dentes (hoje)
A vida o fará por sí mesma
E fará pior do que eu faria

Enquanto isso eu me reconstruo

Refaço o destruido por um vacilão qualquer
Reforço a irmandade com os irmãos de verdade
E me afasto de toda a sua banca

Malandro é Malandro, Mané é Mané
Agora já era
Sua máscara caiu e todo mundo viu.

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